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Três meia cinco.
Mais que um número: um movimento.
Pela prevenção.
Pela cura.
Pela vida.
Uma luta que acontece nos 365 dias do ano.
E que só depende de nós.
Juntos, podemos derrotar o medo.
Os tabus.
E a falta de informação.
Com conhecimento e empatia.
Com a sua participação.
Três meia cinco.
Vem com a gente.

 

O Movimento 365 é uma iniciativa da Unimed Campinas para que a prevenção do câncer de mama e o autocuidado sejam temas discutidos em todos os dias do ano.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres em todo o mundo. Para o Brasil, estima-se 66.280 novos casos em 2020, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer.

A boa notícia é que o diagnóstico precoce ajuda muito na redução do índice de mortalidade, na possibilidade de tratamentos menos agressivos e no aumento das chances de cura.

Conheça mais sobre o movimento 365 e muitas histórias inspiradoras:

Prevenção       Tratamento       Sororidade e Autoestima       Histórias 

 

 

PREVINA-SE!

Quando detectado precocemente, as chances de cura são de até 95%. 

A grande aliada na identificação de sinais do câncer de mama é a mamografia, que nada mais é do que uma radiografia das mamas. Esse exame deve ser realizado anualmente por mulheres acima dos 40 anos de idade, mesmo quando não há sintomas da doença.

É muito importante consultar o seu médico regularmente. Só ele é capaz de identificar possíveis fatores de risco e orientar adequadamente. 

Além da mamografia, todas as mulheres, independentemente da idade, podem estar atentas a alterações nas mamas por meio do autoexame, que deve ser realizado pelo menos uma vez por mês, de preferência entre 7 a 10 dias após o início da menstruação. Já as que estão na menopausa ou não menstruam, devem realizar o autoexame sempre no mesmo dia do mês.

Os sinais de um câncer de mama não são iguais para todas as mulheres, por isso conhecer o próprio corpo e tomar ações no primeiro sinal de mudança é essencial.

Veja como realizar o autoexame:

1) De frente ao espelho com os braços ao longo do corpo. Olhe para suas mamas e tente identificar algo de anormal em suas aparências.

2) Repita o procedimento, agora com os braços levantados.

3) Agora, com as mãos nos quadris, observe mais uma vez se há algo diferente com os seus seios. Após, incline-se, ainda observando pelo espelho.

4) Deitada e com a barriga para cima, coloque um travesseiro embaixo do seu ombro direito. Com a mão esquerda, examine toda a mama direita, e vice-versa.

5) Com os dedos esticados em cima do seu seio, pressione a mama de modo delicado e vá intensificando a pressão aos poucos, iniciando o processo com movimentos circulares pequenos e, depois, maiores.

6) Durante o banho, apalpe suas mamas e axilas a fim de identificar caroços ou alterações. A forma de pressionar também deve ser firme, aumentando a intensidade e área apalpada gradualmente.

Durante o autoexame, é importante ter atenção para qualquer um desses sinais:

- Caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor;
- Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
- Alterações no bico do peito (mamilo);
- Pequenos nódulos na região das axilas ou no pescoço;
- Saída espontânea de líquido dos mamilos.

Embora sejam sintomas do câncer de mama, tais sinais não indicam necessariamente a presença da doença. O importante é procurar imediatamente um serviço especializado para avaliação diagnóstica.
 

O QUE AUMENTA O RISCO?

O câncer de mama não tem apenas uma causa. Embora a idade seja um dos fatores de risco mais importantes, já que cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos, outras razões aumentam o risco da doença:

Fatores ambientais e comportamentais:

- Obesidade e sobrepeso após a menopausa;
- Sedentarismo;
- Consumo de bebidas alcoólicas;
- Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X).

Fatores da história reprodutiva e hormonal:

- Primeira menstruação antes de 12 anos de idade;
- Não ter tido filhos;
- Primeira gravidez após os 30 anos;
- Não ter amamentado;
- Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos de idade;
- Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona);
- Ter feito reposição hormonal pós menopausa.

Fatores genéticos e hereditários:

- Histórico familiar de câncer de ovário;
- Casos de câncer de mama na família, principalmente antes dos 50 anos de idade;
- Histórico familiar de Câncer de Mama em homens;
- Alterações genéticas.

Apesar de o câncer de mama atingir principalmente mulheres, os homens também estão propensos a desenvolver a doença – um caso diagnosticado para cada 100 casos em mulheres. A falta de informação e o preconceito são os principais inimigos, já que os homens têm menor propensão a procurar médicos. Em grande parte dos casos, a detecção ocorre em estágio avançado, o que dificulta o tratamento. Por isso é muito importante que fiquem atentos aos fatores de risco da doença, que nesse caso são as alterações genéticas e hormonais, alimentação rica em gorduras, excesso de álcool ingerido, além do uso de anabolizantes ou de hormônios.

 

 

TRATAMENTO

Importantes avanços na abordagem do câncer de mama aconteceram nos últimos anos, principalmente no que diz respeito a cirurgias menos mutilantes, assim como a busca da individualização do tratamento. O tratamento varia de acordo com o estadiamento da doença, suas características biológicas, bem como as condições da paciente (idade, status menopausal, doenças associadas). Por isso, o diagnóstico precoce é muito importante. Consulte seu médico e faça os exames conforme orientado.

A HUMANIZAÇÃO NO TRATAMENTO

Quando conviver com o câncer de mama é a única opção, ter um espaço e uma equipe que se preocupe com o paciente e ofereça um atendimento diferenciado é fundamental. Desde que iniciou suas atividades, em abril de 2009, o Centro de Quimioterapia Ambulatorial da Unimed Campinas (CQA) oferece a melhor assistência com a maior segurança e qualidade possível. O beneficiário é atendido por uma equipe multidisciplinar formada por fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, educadores físicos, enfermeiros, farmacêuticos e médicos qualificados. São ao todo 120 colaboradores dedicados exclusivamente ao tratamento oncológico. Ao chegar pela primeira vez para o tratamento, o paciente recebe sua cartilha de orientação sobre os procedimentos da quimioterapia, suas ações e reações. O manual traz informações sobre como são e como agem os medicamentos que está recebendo. Há detalhes ainda quanto aos efeitos colaterais, cuidados especiais no dia da infusão do medicamento e outras informações importantes. A orientação correta quebra alguns mitos e prepara o paciente para o tratamento.

O CQA atende todos os clientes da Unimed Campinas que estão em tratamento contra algum tipo de câncer. Em 2011, a unidade foi certificada na norma ISO 9001, o que demonstra a segurança e organização em seus processos, garantindo a qualidade no atendimento. Desde janeiro de 2014, também é acreditada em nível de Excelência pela Organização Brasileira de Acreditação (ONA), instituição credenciada pela Sociedade Internacional de Qualidade (IsQUA), um dos principais órgãos de auditoria de qualidade do mundo. Por esse motivo tornou-se um serviço de referência na Região Metropolitana de Campinas (RMC) e no Brasil. Conquistar essa acreditação não é uma questão comercial. O propósito é mostrar aos clientes que, em relação ao tratamento oncológico, estão recebendo o que há de melhor e mais moderno.

Para unificar o atendimento dos pacientes oncológicos residentes em Hortolândia, Sumaré, Cosmópolis, Monte Mor e Paulínia, bem como dos clientes de outras Unimeds em tratamento de câncer por meio do Intercâmbio Nacional Unimed, foi inaugurada em junho de 2018, em Sumaré, a segunda unidade do CQA. Instalada em espaço anexo ao Pronto Atendimento Unimed, o serviço oferece todos os diferenciais de humanização, conforto e segurança reconhecidos e valorizados pelos mais de 1.000 pacientes em tratamento quimioterápico em ambas as unidades.

 

 

Sororidade e Autoestima

Você sabe o que é sororidade?

Tudo bem se você não souber o que sororidade quer dizer. Afinal, trata-se de um termo relativamente novo, que significa irmandade, a união entre as mulheres, um reforço ao movimento feminista.

Originária do latim soror, relativo a irmã, a palavra sororidade ainda é desconhecida por muitos, mas já vem sendo bastante empregada por alguns. Conceitualmente, sororidade tem a ver com empatia, amor e solidariedade. A semelhança com solidariedade não é apenas fonética. De fato, uma coisa está estreitamente ligada à outra. Sororidade refere-se ao fato de as mulheres serem solidárias umas com as outras, sem julgamentos entre si. Remete à valorização e incentivo ao trabalho feminino, à oferta de ajuda e apoio quando necessário, à reflexão sobre suas críticas, à influência positiva com suas ações. Isso tudo, sem incitar a rivalidade entre os gêneros.

Por esses e outros motivos, o Movimento 365 também está relacionado com sororidade, pois promove a empatia e a conexão entre as mulheres, prevalecendo sempre o amor à vida e a positividade.

Juntas, somos mais fortes!

Histórias

Conheça algumas histórias incríveis de mulheres guerreiras que se curaram, e de outras que enfrentam o tratamento do câncer de mama.

Maria José

Não desista de você!

Era final de 2002, perspectiva da realização de um sonho: fazer faculdade para evolução pessoal e profissional. Em um exame de rotina, que faço anualmente, um resultado inesperado deu uma nova dimensão a esse sonho. Uma imagem e um laudo, em uma fração de segundos, mudaram completamente a minha vida.

Estamos tão habituadas a fazer esses exames de rotina e receber sempre um diagnóstico positivo, que nos surpreendemos com a nossa incapacidade e despreparo para um desafio tão grande a enfrentar.

Me lembro muito do meu ginecologista dizer: "você está entrando em um barquinho, enfrentará tempestades, mas tenha a certeza de que chegará do outro lado".

O ano de 2003 chegou trazendo muitos exames, cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Cada dia era um novo enfrentamento, tanto físico, quanto emocional e mental. Às vezes me sentia esgotada. Nesses momentos você descobre que a família, a fé, os amigos verdadeiros e a esperança são os alicerces de sua vida e que tudo o mais se torna efêmero.

Quem me conhece sabe que nunca fugi de um desafio. Abracei o trabalho, abracei a faculdade e abracei também o tratamento (foram 225 dias de muita luta). Ao mesmo tempo, jamais me senti desamparada por Deus, muito pelo contrário, me senti como filha predileta: “Protege-me como a menina dos teus olhos; esconde-me à sombra das tuas asas” (Salmos 17:8).

Nunca ficou tão claro que “de toda situação de morte brota a vida”, e foram tantas as lições vividas e aprendidas que enumerá-las é praticamente impossível. Uma coisa é certa: o cuidado com a saúde precisa ser prioridade. Escolha bem e confie nos profissionais que irão conduzir a sua vida neste momento de tamanha importância. Aproveito o momento para agradecer a todos os profissionais que cuidaram de mim e aqui registro essa minha gratidão.

Por fim, gostaria de deixar a seguinte mensagem: mesmo que você se canse - e acredite, você vai se cansar muitas vezes - não desista de você!

Adelaide Alves

Meu nome é Adelaide Alves, 43 anos, casada há 18 anos no segundo casamento, mãe de 3 filhos gerados, 2 enteados e diagnosticada com câncer de mama aos 42 anos.

O diagnóstico veio numa fase muito agitada da minha vida, trabalhando em dois empregos e iniciando uma faculdade. Um sonho que estaria realizando. Mas enfim, foi um aviso dizendo que eu teria que parar para cuidar de mim, pois minha saúde era mais importante nesse momento. Deus enviou um anjo para me avisar que ele estava cuidando de mim antes mesmo que eu ficasse sabendo do diagnóstico.

Um turbilhão de pensamentos e perguntas vem à cabeça. Por que eu? O que eu fiz de errado para merecer passar por isso? Mas não demora muito e as respostas aparecem: simplesmente tem que ser eu e ninguém vai passar no meu lugar, pelo simples fato de que eu estou preparada para aquilo, porque tudo tem um propósito e cabe a nós tirarmos uma lição de tudo o que passamos, independentemente se aos nossos olhos são bons ou ruins.

É nessas horas que aprendemos a dar ainda mais valor ao amor e ao carinho transmitidos pelas pessoas que passam pela vida da gente. Família e amigos fazem toda a diferença nesse momento. Ah, foram meu porto seguro!

Pode parecer hipocrisia, mas meu maior medo era ficar careca. Esse momento chegou e o que eu pensei que fosse me derrubar, me deixou ainda mais forte. Pessoas que eu nem conhecia pessoalmente, mulheres guerreiras do grupo de exercício on-line da Unimed, foram minha maior inspiração. Foi o momento em que eu me senti mais próxima da cura e que era uma fase da minha vida. Sem imaginar, acabei servindo de inspiração para outras pessoas, e como é bom saber que está ajudando outras pessoas!

E acreditem: tudo o que acontece de ruim na vida da gente, é para melhorar!

Fernanda Caxambu

Era 19/12/2019, quinta-feira, consulta com ginecologista às 16h09. Ufa! Estava feliz, pois conseguiria fazer meus exames de rotina antes de acabar o ano. Cheguei à consulta e ao realizar o auto-exame a médica diz: “Opa! Parece que temos um caroço aqui na parte superior da mama esquerda. Você tem algum histórico? Vamos pedir a mamografia e ultrassonografia”. E eu respondi: “Não doutora, não há histórico na família. Sempre fiz o auto-exame das mamas no banho, porém mais nas áreas laterais, e faço acompanhamento de nódulos benignos na mama direita anualmente. Nunca senti dor ou nenhum sinal”.

Saí da consulta e corri para agendar a ultrassonografia, pois queria resolver o assunto logo. Marcada a data: 27/12/2019. Era o início de uma mudança radical em minha vida, confirmado o suposto nódulo grau de BIRADS-4. A ficha não caía e fiquei sem chão. Graças a minha cunhada enfermeira, minha irmã e minha mãe, fui conduzida ao mastologista rapidamente para proceder com os exames necessários: biópsia, cirurgia de quadrante, exames de estadiamento, perícias etc, que só foram realizadas graças ao convênio médico com a Unimed Campinas.

Não o bastante, após o exame de ressonância, mais surpresas. Resultado? Nódulos espalhados em toda a mama esquerda e linfonodos comprometidos. Mudança geral. Tratamento quimioterápico seguido de cirurgia que era de quadrante para mastectomia total da mama esquerda e esvaziamento axilar.

Iniciei meu tratamento quimioterápico no CQA em 26/03/2020. Lembro-me que tremia e estava angustiada, nem queria descer e, para colaborar, já tinha iniciado a pandemia, sem chance de acompanhante. Mas tudo passou ao colocar os pés dentro do CQA. Fui muito bem acolhida e atendida por toda a equipe com muita qualidade, desde a recepção, com enfermeiros de altíssimo potencial e atendimento humanitário excepcional, que me deixaram segura e confiante para realizar o tratamento quimioterápico que realizo até os dias de hoje, tornando-o mais leve.

Agradeço também aqui todos os gestos de solidariedade, orações e amor recebidos de meus familiares, parentes e amigos, e principalmente por toda a ajuda dispensada por minha mãe e irmã Adriana, pessoas essenciais na minha vida. Gostaria de destacar o carinho de Andressa Semionatto, do CQA Unimed Campinas, que me apresentou ao grupo de exercícios do CQA, onde conheci e continuo conhecendo mulheres incríveis e guerreiras, que me dão força e coragem para seguir em frente através de suas experiências e sentimentos a cada dia.

Meu nome é Fernanda Monteiro Caxambu, tenho 43 anos e esta é a recomendação que deixo a todas as mulheres do mundo. Sou fruto da estatística, aquela entre “0,01%” sem histórico familiar. Não deixem de se auto examinar e principalmente de realizar os exames de rotina. Estejam atentas às respostas que o corpo lhe dá. Às vezes uma dor no peito ou uma pontada no coração podem ser outras coisas. Amem-se, valorizem-se e cuidem-se sempre.

Sonia Maria De Godoi

Em 06/07/2019 tive o diagnóstico de câncer de mama. Naquele instante fiquei em silêncio, sem chão, digerindo o que ouvia. Perguntei se aquele tipo de câncer era comum e descobri que 85% dos cânceres de mama eram daquele tipo. Eu sempre tive muita fé, só pensava nos meus filhos e foi por eles que eu decidi enfrentar tudo que viria pela frente. Não queria vê-los sofrer.

Em 31/07 fiz a primeira quimioterapia e, após 3 meses, depois de uma sessão de quimioterapia, tive um infarto. Foram 10 dias internada, mas o atendimento médico rápido, a fé e o apoio da minha família foram essenciais para eu me recuperasse e voltasse para a minha casa, ou melhor, para a casa da minha filha (não queriam que eu ficasse sozinha). Depois de 1 mês e meio voltei ao ciclo das quimioterapias.

A batalha continuava e em 17/01/2020 foi o dia da minha cirurgia. Fui para o hospital muito confiante em Deus! Não acreditei quando acordei e percebi que minha mama ainda estava lá.

As 19 sessões de radioterapia acabaram no dia 06/05/2020. Uma grande vitória em minha vida!

Para as mulheres que estão enfrentando essa doença eu só posso dizer: tenham calma e fé. Vai passar! Hoje eu olho tudo o que passei e vejo a importância de ter fé e apoio da família. É isso que nos sustenta!

Que Deus possa cuidar de cada uma e dar a força necessária para que ganhem a guerra como eu ganhei! Estou curada e vocês também estarão!

Sônia, 68 anos, se sentindo poderosa e plena!

Viviane Brandão

Sou Viviane Brandão, 37 anos, colaboradora Unimed.

Aos poucos me despi do orgulho e da vaidade para enfrentar o maior desafio da minha vida: buscar a cura do câncer de mama.

Recebi o diagnóstico aos 36 anos, próximo do Natal. No fim de janeiro passei por uma cirurgia radical de mastectomia. De março a agosto realizei sessões de quimioterapia, perdi meus cabelos e tive reações indesejáveis.

Dei muita coisa ao câncer. Uma mama, meus cabelos, rotina de trabalho, autonomia e autoestima. Mas vou cobrar caro! A cura “oficial” é questão de tempo. Estou recuperando meus lindos cabelos novamente e minha identidade.

Enfrento tudo como uma guerreira. Não sou forte o tempo todo. Necessito do “meu exército” para conquistar as batalhas diárias: família, amigos, profissionais da saúde e acesso a tratamentos.

O tratamento recuperou meu corpo e a minha fé ressignificou minha vida. Vou voltar “um nojo” de linda, mais forte, mais determinada e mais guerreira.

Venha fazer parte você também desse movimento a favor da vida!
Juntos, podemos vencer o medo e os tabus.

Prevenção. Sororidade. Autoestima